O Dia Nacional do Livro é comemorado em 29 de outubro e celebra a importância da leitura e, consequentemente, dos livros na vida dos seres humanos.
Já o "Dia Nacional do Livro Infantil" é comemorado em 18 de abril, data do nascimento do escritor de histórias infanto-juvenis Monteiro Lobato.
A criação do "Dia Nacional do Livro" faz referência a data de fundação da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Ela foi fundada em 29 de outubro de 1810 pela Coroa Portuguesa.
Na época, foi trazido para o local um grande acervo da Real Biblioteca Portuguesa. O primeiro livro editado no Brasil foi a obra de Tomás Antônio Gonzaga "Marília de Dirceu", em 1808.
Hoje, a Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro é a maior da América Latina e está entre as dez maiores do mundo.
O "Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor" é celebrado em 23 de abril. A data foi instituída pela Unesco em 1995 em homenagem a data da morte de três grandes escritores: Miguel de Cervantes, William Shakespeare e Inca Garcilaso de la Vega.
Diversas bibliotecas, livrarias e escolas realizam eventos para celebrar esse dia. Nas escolas, podemos destacar a leitura de livros pelos alunos, apresentações teatrais, ou mesmo, idas às bibliotecas do município.
O importante é despertar nos estudantes o prazer da leitura e ainda, reforçar a importância do livro como difusor de conhecimentos. É interessante que o professor aborde sobre a origem e a história do livro.
Bibliotecas e livrarias costumam realizar eventos com alguns escritores e apresentações dramáticas de algumas obras da literatura nacional e mundial.
Muitas livrarias realizam descontos nesse dia com o intuito de disseminar e estimular a prática da leitura.
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O livro, tal qual como o conhecemos hoje, passou por diversas transformações.
Desde o surgimento do alfabeto, os povos da antiguidade escreviam em pedras ou em placas de argila. A técnica foi inovada e surgiram os papiros por volta de 3 mil anos antes de Cristo, no Egito Antigo.
Depois do papiro, vieram os pergaminhos, os quais possuíam mais resistência, o que facilitou o acesso aos textos.
Na Idade Média, os monges copistas eram pessoas destinadas a fazer a cópia das obras, geralmente de caráter religioso.
Vale frisar que, nessa época, poucas pessoas tinham acesso aos livros e ao conhecimento. Somente homens da Igreja ou nobres podiam aceder a esses bens, considerados por muitos como objetos de salvação.
No século XV, o inventor e gráfico alemão Johannes Gutenberg (1398-1468) revolucionou a história do livro.
Ao introduzir a técnica da prensa móvel (tipográfica), já descoberta na China anteriormente, Gutemberg permitiu a reprodução de cópias e a popularização do livro.
Fica claro perceber que desde sempre as civilizações possuíam o intuito de guardar o conhecimento e passá-lo de geração em geração.
Assim, a partir do século XX, vimos surgir outros suportes para os livros como os audiolivros, e-books, etc.
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Daniela DianaLicenciada em Letras pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) em 2008 e Bacharelada em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense (UFF) em 2014. Amante das letras, artes e culturas, desde 2012 trabalha com produção e gestão de conteúdos on-line.Show life that you have a thousand reasons to smile
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