O Realismo no Brasil desponta em fins do século XIX, e tem como marco inicial a publicação de "Memórias Póstumas de Brás Cubas" (1881) de Machado de Assis.
Considerado um dos maiores escritores da Literatura Brasileira, Machado de Assis foi também jornalista e crítico literário.
Figura singular, um dos fundadores e diretor da Academia Brasileira de Letras, escreveu poesia, contos, crônicas, romances e teatro.
Autor de uma vasta obra literária, teve grande destaque na prosa realista com os livros:
Marcado por temas sociais, críticas à burguesia e profunda análise psicológica dos personagens, sua prosa é dividida em dois momentos.
Uma fase com a presença de características românticas, e outra marcadamente realista.
Leia sobre a obra que inaugurou o movimento: Memórias Póstumas de Brás Cubas.
Jornalista, escritor e orador brasileiro, Raul Pompeia publica seu primeiro romance "Uma tragédia no Amazonas" em 1880.
O grande destaque dessa fase é o seu romance intitulado "O Ateneu" (1888) primeiramente publicado nos folhetins e posteriormente a obra completa.
Figura polêmica, envolveu-se na campanha abolicionista e nas causas republicanas. Além disso, foi caluniado e afastado pelos amigos e, diante disso, suicidou-se no dia 25 de dezembro de 1895.
Alfredo Maria Adriano d'Escragnolle Taunay, foi escritor, crítico, sociólogo, músico, artista plástico, professor, engenheiro militar, político, historiador brasileiro.
Um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras, foi o primeiro e único Visconde de Taunay, título concedido por D. Pedro II, em 1889.
Figura multifacetada, na carreira literária Visconde de Taunay, destaca-se com o romance regionalista "Inocência", publicada em 1872.
Nele, retrata pessoas e os costumes do interior do país, mais precisamente da cidade de Paranaíba no Sertão do Mato Grosso.
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