Laser

Laser, abreviação em inglês de “Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation” que significa Amplificação da Luz por Emissão Estimulada de Radiação é um dispositivo que cria e amplifica um intenso feixe de luz monocromático (contém exatamente uma cor ou comprimento de onda), coerente (a luz liberada é organizada e bem definida) e colimado (propaga-se como um feixe). Por todas estas características a luz emitida por um laser é bastante intensa.

Lasers são utilizados para ajustar a precisão de telescópios de observatórios espaciais. O laser, emitido pelo observatório, é refletido por espelhos deixados na Lua durante as missões Apollo. Foto: NASA

 

Estes dispositivos que são basicamente amplificadores de luz em funcionamento através de emissão estimulada podem ser de vários tipos, dependendo da natureza do meio animado. Podem ser de estado sólido, líquidos, a gás, químicos, semicondutores e de fibra.

Os lasers de estado sólido utilizam meios sólidos, como cristais ou vidros como meio de emissão de fótons. Os líquidos utilizam corantes (Rodamina 6G, fluoresceína, cumarina, estilbeno, umbeliferona, tetracena, verde malaquita), em solução líquida fechado em um frasco de vidro. Nos lasers a gás (lasers de hélio e hélio-neônio, os mais comuns), uma corrente elétrica é descarregada através de um gás para produzir luz. Os lasers químicos são alimentados por uma reação química, e pode atingir altas potências em funcionamento contínuo. Já os lasers semicondutores são compostos principalmente de um diodo semicondutor para produzir um feixe de luz. O mais novo tipo de laser é o laser de fibra, que possui como meio ativo a fibra óptica. Aplicações de lasers de fibras incluem processamento de materiais, telecomunicações, espectroscopia, entre outros.

Advertência de segurança para lasers

Considerada uma das mais importantes invenções desenvolvidas durante o século 20, os lasers possuem uma vasta gama de aplicações em diversos segmentos.  São utilizados em soldagens, cirurgias, holografia, para fazer cortes de tecidos, em leitores de código de barras no supermercado, impressoras, equipamentos de cirurgia dentária, pesquisa científica, leitores de CD e DVD, uso militar, entre diversas outras aplicações presentes no nosso cotidiano.

No entanto, apesar de grande utilidade, os lasers possuem algumas desvantagens. Eles podem representar um perigo real para os olhos e causar queimaduras irreversíveis na retina, de acordo com a potência e comprimento de onda emitido. Por isto os lasers são classificados em quatro áreas (Classe I, II, III e IV) conforme o grau de perigo. De todas as classificações a que se destaca é a classe IV que representa os lasers de alta energia (contínuos: 500 mW, pulsados: 10 J/cm2 ou o limite de reflexão difusa) que oferecem grande perigo.

Referências Bibliográficas: http://ciencia.hsw.uol.com.br/laser7.htm http://pt.wikipedia.org/wiki/Laser http://www.ufsm.br/gef/Laser.htm

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